Inscrições para o Concurso de Vídeos Curtos do IMA ainda estão abertas

Ainda dá tempo de participar da segunda edição do Concurso de Vídeos Curtos realizado pelo Instituto do Meio Ambiente do Estado (IMA). Com o tema Soluções para o Lixo Plástico, os alunos da rede pública de Alagoas podem concorrer com produções de vídeo sobre o assunto. As inscrições devem ser realizadas até o dia 29 de setembro por meio do formulário online: https://forms.gle/MmW1gesEL5CGrtji8.

Cada uma das regiões, Litoral Norte, Litoral Sul, Maceió, Zona da Mata, Agreste e Sertão, terá uma equipe premiada com R$1 mil, a primeira fase conta com uma comissão para avaliar as produções. Outro prêmio no mesmo valor será entregue a uma das seis equipes selecionadas pelas redes sociais do IMA com a votação do público.

O tema desta edição faz referência ao debate proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) para o Dia Mundial do Meio Ambiente, que é: “Solução para a poluição plástica”. O concurso tem o objetivo de inserir os jovens nesse assunto importante que tem sido discutido com frequência, pois, de acordo com a ONU, o plástico representa 85% dos resíduos que chegam aos oceanos.

Os vídeos produzidos devem ser inéditos, ou seja, nunca exibidos antes e conter ao menos um minuto de duração. Os inscritos precisam ser maiores de 14 anos e fazer parte de uma equipe de no mínimo três e no máximo cinco pessoas. Cada equipe deverá concorrer com apenas um vídeo.

Arapiraca vai sediar terceira edição do Congresso Alagoano de Artesãos

A Federação das Associações e Cooperativas dos Artesãos do Estado de Alagoas (Falarte) em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura (Secult), vai realizar o III Congresso Alagoano de Artesãos. O evento visa debater a atual conjuntura da profissão dos artesãos e está marcado para o dia 15 de setembro, no Auditório do Sest Senat, AL-115, no bairro Bom Sucesso, em Arapiraca.

A programação conta com palestras sobre os interesses e direitos dos artesãos, apresentações culturais e debates, e está dividida das 8h às 17h. Também será produzida uma documentação em prol da classe que os delegados apresentarão no IX Congresso Nacional dos Artesãos Brasileiros.

O Presidente da Falarte, Sérgio Santos, exclamou que o congresso espera acolher de 150 a 250 artesãos e artesãs de diversas cidades alagoanas, além de 50 convidados e autoridades de diversas autarquias municipais, estaduais e federais, com a missão de ressignificar o entendimento sobre o Terceiro Setor e sua força dentro da cadeia socioeconômica para o estado.

“Queremos mesmo é fundamentar a voz e vez destes artesãos, sejam griôs ou com formação acadêmica. Em nosso mundo somos todos alquimistas, homens e mulheres que transformam matérias brutas em lindas peças artesanais”, concluiu o presidente da Federação. A secretária de Estado da Cultura e Economia Criativa, Mellina Freitas, exaltou a força de vontade da Falarte em manter esse evento vivo. “A gente sabe que desde o período complexo que passamos no qual os segmentos artísticos foram desvalorizados tem se perdido muitos dos nossos fomentadores culturais. Com o passar do tempo, o Governo de Alagoas, por meio da Secult, vem apoiando projetos e debates, como este, para acharmos meios de impulsionar quem mantém nosso histórico cultural e artístico vivo”.

O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas pelo endereço eletrônico: https://forms.gle/C2RYTep4g9A1kUKU9 . No dia, ao chegarem no local, os participantes têm que apresentar Carteira Nacional de Artesão ou RG.  Abaixo segue a programação completa:

Secult divulga o resultado de habilitados para a 4ª edição do Festival do Rock de Alagoas

O Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estados da Cultura e Economia Criativa de Alagoas (Secult), divulgou no Diário Oficial do Estado (DOE) do dia 6 de setembro, o resultado da habilitação do edital para a 4º edição do Festival do Rock de Alagoas. Ao todo 118 proponentes participaram da seleção e, destes, 30 foram habilitados. Agora, os participantes que foram inabilitados podem recorrer ao recurso entre os dias 11 e 15 de setembro.

O objetivo do certame é incentivar os talentos rock alagoano, fomentar a cultura criativa no estado e proporcionar uma visibilidade ao trabalho dos artistas que fortalecem a cultura do cenário musical alagoano.

Como relembrou a secretária de Estado da Cultura e Economia Criativa, Mellina Freitas, a iniciativa faz parte do Programa de Concessão de Bolsas para Mestres da Cultura, inserido no orçamento do Fundo de Desenvolvimento de Ações Culturais de Alagoas. “Com o sucesso da edição passada, aprimoramos esse edital tão importante para o segmento. Alagoas é um estado tão diverso e cheio de cultura que nossos artistas precisam continuar recebendo nosso total incentivo”, concluiu a gestora da pasta.

O 4º Festival do Rock de Alagoas não é uma mostra competitiva, portanto todas as 30 bandas/artistas selecionados receberão o cachê artístico no valor de R$10 mil para realizarem os seus shows no evento. O valor do prêmio poderá sofrer alteração devido à aplicação de tributos fiscais na execução de seu pagamento, pois serão realizados os descontos previstos por Lei.

Secult convida representantes culturais para a plenária final da Lei Paulo Gustavo

O Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa de Alagoas (Secult), vai reunir os representantes culturais do estado e seus superintendentes para uma plenária final da Lei Paulo Gustavo no estado. O encontro será nesta segunda-feira (11), a partir das 19h, no Centro Cultural Arte Pajuçara, Av. Dr. Antônio Gouveia, 1113, Maceió.

A Lei Paulo Gustavo tem como objetivo destinar R$ 3,8 bilhões para fomentar atividades culturais em todo o país, sendo R$ 2 bilhões destinados aos estados e R$ 1,8 bilhão aos municípios brasileiros. Em Alagoas, o Governo Estadual receberá um total de R$ 43,9 milhões, enquanto as prefeituras terão acesso a R$ 37,7 milhões, com o segmento audiovisual recebendo a maior parcela de repasses e fomento.

A Secult realizou diversas oitivas durante o período de planejamento do repasse do montante recebido como recurso da lei, agora irão ser expostos os instrumentos que farão o repasse do valor destinado para cada segmento. “Tivemos um espaço para ouvir os representantes e discutir temas como editais, premiações, repasses e produtos culturais. Nesse momento iremos passar para os envolvidos todo o planejamento que criamos a partir das suas reivindicações”, disse o secretário Executivo de Políticas Culturais e Economia Criativa, Milton Muniz.

Já a secretária de Estado da Cultura e Economia Criativa, Mellina Freitas, relembrou que a lei também vai  impactar no meio econômico do estado à medida que os fomentadores culturais se destacarem por suas produções com o repasse da lei. “Nosso estado vem crescendo cada vez mais aos olhos nacionais e internacionais nas produções. Seja no audiovisual, nas danças, nos grupos, nossos artistas não param de se destacar. Teremos retorno a longo prazo que será fundamental para a expansão econômica e criativa do estado”, disse.

Mellina disse ainda que a secretaria pretende investir ainda mais em editais que contemplem a população como um todo a fim de não deixar nenhum alagoano de fora das produções do estado.

A sessão será transmitida ao vivo, os interessados em acompanhar podem acessar o endereço eletrônico https://www.youtube.com/channel/UCZ9_aV3QGFGvnQvdH1eGPkg no qual também estão disponíveis as oitivas anteriores.

“Amor preto cura”: exposição encanta o público no Museu da Imagem e do Som de Alagoas

Já está em cartaz no Museu da Imagem e do Som de Alagoas (Misa) a exposição “Amor preto cura”, da artista alagoana Joyce Nobre. A abertura, realizada nesta sexta-feira (1º), contou com apresentação musical da artista Mary Alves, que trouxe um pouco da mistura de ritmos afro-brasileiros com música alagoana. O público apreciou as telas, o artesanato e as roupas pintadas pela a artista, e ainda, conheceu a história por trás de cada peça artesanal.

Ísis Florescer é atriz e escritora, e destaca a importância da exposição ocupar um espaço de afeto e acolhimento para vidas e corpos negros. “A maioria das telas expostas celebra mulheres negras na sua força, delicadeza e busca por autonomia e independência. As obras são um convite a enxergar a beleza de ser quem somos, misturando a cultura e legado ancestral afro-brasileiro para anunciar a potência do pertencimento e de ser quem somos”, disse a atriz.

 

A mostra da artista carrega a proposta de proporcionar uma imersão nas nuances do amor preto e o seu significado para a existência e força de pessoas pretas. Além disso, cada obra de arte pintada a óleo retrata um pouco da celebração do amor entre pessoas pretas e apresenta personagens e elementos da cultura afro-brasileira.

“Com essa exposição quero provocar as pessoas falando do amor que cura. Espero que elas enxerguem o amor preto sem romantismo, mas como verdade, cura e coletividade. Em cada peça pintada eu trago o amor que resiste, o amor dos nossos ancestrais e tudo que eles passaram para que hoje nós estivéssemos aqui”, afirmou Joyce Nobre.

O nome da exposição é impactante e carrega um conceito de que o amor não desiste, ele luta e cura. “O tema dessa exposição veio como uma provocação. Para mim é muito importante que nos vejam e que fale sobre o amor na nossa perspectiva de povo preto”, ressaltou Joyce. A artista visual conta que cada retrato transmite a história de personagens, e a sua história de luta e de cura através do amor.

A exposição, que está acontecendo no Misa, em Jaraguá, tem entrada gratuita. As 12 obras ficarão expostas até o dia 10 de outubro, e podem ser visitadas de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.

Quem é

Joyce Nobre Aristides é uma artista visual, artesã e mulher preta que ainda consegue ser dona de casa, mãe e expressar sua criatividade artística. Em 2020, iniciou a sua transição de carreira e abandonou a profissão de vendedora de sacolé gourmet. Por meio do universo das artes visuais, Joyce realiza os seus sonhos e dedica todo o seu talento expressando os seus sentimentos nas peças artísticas.

A artista iniciou suas pinturas em peças autorais, feitas em cerâmicas de barro, e logo depois expandiu para as telas, retratando a sua ancestralidade. Hoje, conta histórias também em roupas, e suas peças já estão espalhadas entre artistas como Chico César, Mariana Aydar e a artista alagoana Mel Nascimento.

Indo além dos ateliês, Joyce leva a sua arte para encantar as pessoas e colorir os muros da cidade. No mercado do artesanato, localizado no bairro Levada, é possível encontrar um mural de sua autoria. Além disso, outras pinturas feitas em muros estão espalhadas pelo estado, em trabalho solo e também em parcerias com outros artistas locais.

 

A artista assina outras exposições, e sua última, “Sagrado Feminino”, retrata de forma singela as contradições do feminino, e o belo na delicadeza e na força da feminilidade.

Biblioteca Estadual Graciliano Ramos convoca escritores alagoanos que expuseram livros na Bienal do Livro

A Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa (Secult) de Alagoas convoca os escritores alagoanos que expuseram as suas obras literárias no estande da secretaria, durante a 10ª Bienal do Livro para a prestação de contas. O objetivo da convocatória é realizar a devolução dos livros aos autores e repassar o valor dos livros que foram vendidos no estande durante os dez dias de evento. “Parabenizo a todos os escritores alagoanos que estiveram presentes em nosso estande. Finalizamos a Bienal 2023 com a satisfação de dever cumprido. A literatura alagoana foi fomentada e disseminada e para isso a participação de cada escritor foi de extrema importância”, disse Mira Dantas, supervisora da Biblioteca Estadual.

Se o escritor que expôs a sua obra no estande da Secult não comparecer no prazo máximo de 30 dias após a Bienal, os exemplares dos livros serão inseridos ao acervo da Biblioteca Pública Estadual Graciliano Ramos. Para a secretária de Estado da Cultura e Economia Criativa, Mellina Freitas, o estande da secretaria cumpriu o seu propósito durante a Bienal. “O nosso estande na Bienal do Livro foi um sucesso, quero agradecer a cada escritor e escritora alagoana que teve a oportunidade de apresentar o seu livro para as pessoas que circularam pela Bienal do Livro. Cumprimos o nosso objetivo de incentivar a cultura da literatura e isso é extremamente gratificante”, ressaltou.

Todos os escritores alagoanos que expuseram as suas obras no estande da Secult devem procurar, de segunda-feira à sexta-feira, no horário de 10h às 15h, a Biblioteca Graciliano Ramos, localizada  na Praça Dom Pedro II, S/N, Centro.