Ivete Sangalo e Daniela Mercury se beijam durante show; veja vídeo

Reprodução/X

Durante participação no show de 40 anos de carreira de Daniela Mercury, a cantora Ivete Sangalo surpreendeu a amiga e deu um beijo nela durante a apresentação. O episódio aconteceu no show Micareta Rio, na Sapucaí, no Rio de Janeiro, neste domingo (22/10).

O beijo aconteceu após a dupla de amigas performar a música "Rede". Daniela brincou: "Dez anos atrás, quando casei com Malu [Verçosa], você disse que era minha fã. E aí?”. Como resposta, Ivete deu um selinho na cantora.

O momento de descontração tem repercutido nas redes sociais. Após o ocorrido, as cantoras deram risada. "Eu nunca tinha beijado porque a Malu não deixava. Agora posso dizer que já peguei!”, declarou Ivete.

Ainda em conversa no palco, Daniela afirmou que tem Ivete como uma pessoa da família. “Marcelinho nasceu no dia do aniversário da minha mãe. Ela [Ivete] nasceu no dia do aniversário da minha avó, que também é minha mãe. E eu digo que você é minha família, irmã. Eu te amo! Te respeito e te quero bem, te admiro e acho você f*da!”, declarou.

Desaparecimento das nuvens de Netuno pode estar ligado ao ciclo solar, afirma estudo

Os astrônomos estão intrigados com um mistério em torno de Netuno e agora acreditam que, enfim, desvendaram esse segredo quanto ao planeta de gelo. As nuvens fantasmagóricas e com aspecto alongado desapareceram em grande parte do planeta há quatro anos. Hoje, apenas uma mancha paira sobre o polo sul de Netuno.

Graças a uma análise de quase três décadas de observações do planeta pertencente ao sistema solar — capturadas por três telescópios espaciais –, os cientistas determinaram que a menor incidência de nuvens podem indicar uma sincronia com o ciclo solar, de acordo com um estudo recente publicado no jornal Ícaro.

“Esses dados notáveis ​​nos fornecem a evidência mais forte de que a cobertura de nuvens de Netuno se correlaciona com o ciclo do Sol”, disse o autor sênior do estudo Imke de Pater, professor emérito de astronomia da Universidade da Califórnia, Berkeley, em um comunicado à imprensa. “Nossas descobertas apoiam a teoria de que os raios do Sol (ultravioleta), quando fortes o suficiente, podem desencadear uma reação fotoquímica que produz as nuvens de Netuno.”

Durante o ciclo solar, o nível de atividade nos campos magnéticos dinâmicos do Sol aumenta e diminui. O campo magnético muda a cada 11 anos, à medida que se torna mais emaranhado como um novelo de lã, de acordo com a Nasa. Quando há atividade elevada no Sol, a radiação ultravioleta mais intensa bombardeia o sistema solar.

Com dados do Telescópio Espacial Hubble da Nasa, do Observatório WM Keck no Havaí e do Observatório Lick na Califórnia, os cientistas observaram 2,5 ciclos de atividade de nuvens durante o período de 29 anos de observações de Netuno — durante o qual a refletividade do planeta aumentou em 2002 e diminuiu em 2007. Netuno brilhou novamente em 2015, antes de escurecer em 2020 para o nível mais baixo já visto. Foi quando a maior parte da cobertura de nuvens desapareceu.

“Mesmo agora, quatro anos depois, as imagens mais recentes que obtivemos em junho passado ainda mostram que as nuvens não retornaram aos seus níveis anteriores”, disse o principal autor do estudo, Erandi Chavez, estudante de doutorado no Center for Astrophysics, Harvard & Smithsonian, em um comunicado.

As descobertas são “extremamente emocionantes e inesperadas, especialmente porque o período anterior de baixa atividade de nuvens em Netuno não foi tão dramático e prolongado”, acrescentou Chávez.

Uma correlação surpreendente

Os autores também descobriram que dois anos após o pico do ciclo, mais nuvens apareceram em Netuno – e quanto mais nuvens havia, mais brilhante Netuno era devido à luz do sol refletida nele. Essa conexão foi “surpreendente para os cientistas planetários porque Netuno é o planeta mais distante do nosso sistema solar e recebe luz solar com cerca de 0,1% da intensidade que a Terra recebe”, de acordo com a Nasa. As descobertas também contradizem a ideia de que as nuvens são afetadas pelas quatro estações de Netuno, que duram cada uma cerca de 40 anos.

“Este é um artigo muito interessante e um bom trabalho de detetive detalhado à moda antiga”, disse Patrick Irwin, professor de física planetária da Universidade de Oxford, que não esteve envolvido no estudo, por e-mail. “Este novo artigo cobre um período de tempo mais longo do que os estudos anteriores e mostra uma correlação convincente da cobertura de nuvens observada com o brilho UV solar”.

Mas há um intervalo de dois anos entre o pico do ciclo solar e o aumento da abundância de nuvens em Netuno. Os autores acham que essa lacuna pode ser explicada pela fotoquímica que ocorre no alto da atmosfera superior do planeta, que leva tempo para produzir nuvens.

A relação entre o aumento do brilho do Sol e a formação de nuvens pode ser devido à geração de moléculas ionizadas que podem atuar como núcleos de condensação de nuvens e ajudar a iniciar a condensação, disse Irwin.

“É fascinante poder usar telescópios na Terra para estudar o clima de um mundo a mais de 2,5 bilhões de milhas de distância de nós”, disse o coautor do estudo Carlos Alvarez, astrônomo da equipe do Observatório Keck, em um comunicado. “Avanços em tecnologia e observações nos permitiram restringir os modelos atmosféricos de Netuno, que são essenciais para entender a correlação entre o clima do gigante de gelo e o ciclo solar”.

A equipe de pesquisa ainda está monitorando a atividade das nuvens de Netuno, já que mais luz ultravioleta também pode escurecer as nuvens do planeta, diminuindo seu brilho geral, disseram os autores.

Além disso, as tempestades de Netuno que surgem da atmosfera profunda influenciam a cobertura de nuvens do planeta – mas não estão relacionadas às nuvens formadas na atmosfera superior. Essa variável pode interferir nos estudos que analisam as correlações entre as nuvens produzidas fotoquimicamente e o ciclo solar. Mais pesquisas também poderiam sugerir quanto tempo poderá durar a quase ausência de nuvens em Netuno.

Essas buscas, por sua vez, poderiam não apenas expandir o conhecimento dos astrônomos sobre Netuno, mas também ajudar os pesquisadores a entender melhor os muitos exoplanetas fora do sistema solar que se acredita terem características semelhantes ao gigante de gelo, de acordo com a Nasa.

O estudo também “sublinha a necessidade de continuar monitorando os planetas do sistema solar”, disse Irwin. “Só observando estes planetas em intervalos regulares é que é possível construir um conjunto de dados fiáveis ​​e de longo prazo para investigar estas variações periódicas.”

Primavera Sound anuncia show de Carly Rae Jepsen no Rio de Janeiro em dezembro

A organização do Primavera Sound São Paulo anunciou nesta terça-feira (22), o sideshow da cantora Carly Rae Jepsen, no Rio de Janeiro.

Marcada para o dia 1º de dezembro, a apresentação da artista canadense vai acontecer no espaço de eventos Sacadura 154, na zona portuária da capital fluminense, e promete levar o gostinho do festival para a cidade.

“Além de se apresentar no Primavera Sound São Paulo, Carly Rae Jepsen, dona dos hits “Call Me Maybe”, “I Really Like You” e “Run Away With Me”, fará um show no Sacadura 154, no dia 1 de dezembro”, escreveram.

 

Os ingressos já estão disponíveis pelo site da Tickets For Fun (com acréscimo de taxa) ou, ainda, pela bilheteria oficial do Sacadura 154 (sem taxa).

Primavera Sound São Paulo

Marcado para os dias 2 e 3 de dezembro, diretamente do Autódromo de Interlagos, em São Paulo, o Primavera Sound recebe nomes como The Killers, Pet Shop Boys, Marisa Monte e Grimes, no sábado. Enquanto isso, o domingo ficará por conta do The Cure, Róisin Murphy e Beck.

Vale dizer que os ingressos também estão sendo vendidos no site da Tickets For Fun ou na bilheteria oficial.

Confira a programação completa por dia:

2 de dezembro – sábado

3 de dezembro- domingo

“And Just Like That”, spin-off de “Sex And The City”, é renovada para 3ª temporada

“And Just Like That“, série derivada de “Sex And The City” está oficialmente renovada para a terceira temporada. A confirmação dos novos episódios do spin-off, produzido pelo streaming da HBO Max, aconteceu na tarde desta terça-feira (22), pelo perfil oficial da série nas redes sociais.

A renovação de “And Just Like That” acontece dois dias antes da estreia do último episódio da segunda temporada. Em comunicado divulgado à imprensa norte-americana, Sarah Aubrey, diretora de conteúdo original da HBO Max, aproveita o anúncio para exaltar o sucesso da série:

“Estamos encantados em compartilhar que, desde o lançamento da segunda temporada, ‘And Just Like That’ ocupa a primeira posição entre as Max Originals em geral e é a Max Original mais assistida até o momento. Mal podemos esperar para o público ver para onde a terceira temporada levará nossos nova-iorquinos favoritos”.

“And Just Like That” acompanha as amigas de longa data Carrie Bradshaw, Miranda Hobbs e Charlotte York enfrentando agora questões típicas da meia-idade: a perda da juventude, a pressão estética de envelhecer, casamentos que se transformam em divórcios, filhos crescendo e novas aspirações profissionais. A primeira temporada do spin-off estreou em 2021.

Gosta de rock? Sua preferência na música pode mostrar seu perfil como investidor

No dia 13 de julho é celebrado o Dia do Rock no Brasil, uma data dedicada ao estilo popularizado a partir da década de 1950 e que trouxe ao mundo alguns dos maiores nomes da história da música.

A data marca a realização do festival Live Aid, realizado em 1985.

Pensando neste marco, Thiago Godoy, educador financeiro da Rico, fez uma correlação entre os estilos de rock e o perfil dos investidores na bolsa de valores.

O especialista aponta os estilos de rock clássico, rock progressivo, hard rock, punk rock e heavy metal em diferentes investidores, com estratégias específicas no momento de investir. “Assim como no rock, em investimentos, o ritmo é tudo”, brinca o especialista.

Vale lembrar que a lista é apenas uma livre associação entre perfis e estilos, e não possui uma metodologia científica.

Confira qual seria o seu perfil de investidor baseado na sua preferência:

Rock Clássico – Perfil conservador

Os produtos mais conservadores são ótimas opções para os roqueiros clássicos, conta Godoy.

Dentre as opções de investimentos para esse perfil, ele menciona principalmente os produtos de renda fixa.

São eles: Tesouro Selic e o Tesouro IPCA+, títulos do Tesouro Direto (quando se empresta dinheiro ao governo), além de Certificados de Depósito Bancário (CDBs)Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) – títulos de dívida bancários, que devem sempre ser considerados pensando em bancos sólidos.

Já entre os fundos de investimento, os ideais para esses investidores são os Fundos DI, nos quais a carteira é, pelo menos, 95% atrelada ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

O especialista ressalta a importância de se atentar ao prazo de vencimento de cada investimento, nesses casos. Além de procurar “sincronizar cada objetivo financeiro ao investimento que se está fazendo”, no prazo correto.

Hard Rock e Rock Progressivo – Perfil moderado

“O som mais suave e harmônico desses estilos combina bem com um perfil moderado de investidor, que preza pela segurança, mas também gosta de inovar”, aponta o educador financeiro.

Para essas pessoas, Godoy indica uma carteira de investimentos que misture títulos de renda fixa e ativos de renda variável, como açõesfundos imobiliários e fundos multimercado.

“Mas é essencial que você saiba ‘equalizar’ essa combinação”, reforça.

Punk Rock e Heavy Metal – Perfil Arrojado

Para o especialista, os dois estilos de rock combinam com um perfil arrojado, “que aceita turbulências financeiras com a intensidade de uma guitarra Gibson Les Paul”.

A carteira de investimentos ideal para esse perfil precisa de uma diversificação de ativos e de geografias, explica Godoy.

Os produtos de renda variável ganham mais espaço nos investimentos dessas pessoas, e as aplicações internacionais são essenciais, “mesmo em momentos turbulentos quanto os anos 1980 do Punk Rock”, afirma.

(Publicado por Iasmin Paiva)

Desafio de qualquer filme de ação é esconder dublês, com Tom Cruise é o oposto, diz diretor de Missão Impossível

Em grande estilo, Tom Cruise retorna às telonas – e convoca todos a irem aos cinemas – com “Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1”, que estreia nesta quinta-feira (13).

Na trama, o agente Ethan Hunt embarca em uma nova missão: rastrear uma aterrorizante arma que ameaça toda a humanidade antes que caia nas mãos erradas.

Com o controle do futuro e o destino do mundo em risco, além de antigos inimigos do passado se aproximando, uma corrida mortal ao redor do mundo se inicia.

Além de Cruise, o longa conta com Hayley AtwellRebecca FergusonVanessa KirbyEsai MoralesSimon Pegg e mais no elenco.

Antes de mesmo da estreia, o novo filme da franquia de sucesso já vinha chamando atenção. Fotos e vídeos das filmagens das cenas de ação de Tom Cruise circularam na imprensa e nas redes sociais.

O diretor Christopher McQuarrie explicou como foram realizadas as cenas e revelou que todo o equipamento teve que ser criado para algumas sequências.

Antes de mesmo da estreia, o novo filme da franquia de sucesso já vinha chamando atenção. Fotos e vídeos das filmagens das cenas de ação de Tom Cruise circularam na imprensa e nas redes sociais.

O diretor Christopher McQuarrie explicou como foram realizadas as cenas e revelou que todo o equipamento teve que ser criado para algumas sequências.

“O desafio de fazer qualquer filme de ação é normalmente esconder que seu ator não está fazendo o stunt (façanha física incomum, difícil e dramática que pode exigir uma habilidade especial) e que outra pessoa está fazendo. Em Missão Impossível é o oposto”, começou.

“Temos um ator que faz o próprio stunt e estamos constantemente tentando desenvolver tecnologias para mostrar ele fazendo isso.”

O cineasta comentou sobre o processo da cena em que Cruise corre e voa com uma moto,  que, segundo ele, “foi um grande desafio”.

Tom Cruise no set de “Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1” / Divulgação/Paramout Pictures

“Como você coloca uma câmera perto o suficiente que mostre que é ele realmente ali? Ao mesmo tempo, como você está longe o suficiente para ver que isso não está sendo feito com fios/cordas, que não é nenhum tipo de truque?”, disse.

“Tivemos que desenvolver um sistema de gimbal (dispositivos responsáveis por estabilizar o movimento de câmeras para que seja possível obter vídeos ou fotografias em movimento) em que uma câmera opera duas câmeras que estão voando junto com ele. Essa câmera as acompanha por meio de um helicóptero”, explicou.

Todo esse equipamento não existia. Tudo teve que ser criado para essa sequência

Christopher McQuarrie

O diretor também contou detalhes de outra cena impactante do longa: a briga e explosão no trem – que foi criado para a produção.

“Desde o início eu disse a Tom que eu queria que esse filme tivesse um senso de aventura. Eu queria fazer um filme maior e mais global. Parte disso era fazer um filme mais romântico. E nada me soou mais romântico do que um trem, em particular o Expresso do Oriente”, disse.

“A franquia já havia feito uma sequência em um trem antes, no primeiro filme, mas muito foi feito em um palco. Nós queríamos fazer na prática. Isso resultou em construir um trem em que Esai Morales, nosso vilão, e Tom pudessem estar brigando no telhado desse trem. Mas também [que pudéssemos] explodir.”

Esai Morales e Tom Cruise em “Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1” / Divulgação/Paramout Pictures

“Mas como você continua com uma sequência se ela acaba com a explosão? Essa ambição se tornou o que é a cena da explosão do trem no nosso filme, que é praticamente a explosão de um trem em câmera lenta. Foi muito desafiador. Não só executar as sequências, mas também planejar, como fazer todos os vagões e os equipamentos para a filmagem das acrobacias que estávamos criando”, explicou.

“Nós não nos limitamos a algo que poderia ser feito fisicamente. Se esbarrasemos em um obstáculo, nós descobririamos como superar”, acrescentou.

Tom Cruise publicou em suas redes sociais um vídeo que mostra a construção – e queda – do trem.

Para o diretor, quanto mais coisas práticas são feitas, mais real e imersivo fica. Isso porque coisas imprevisíveis podem acontecer, mesmo quando tudo é planejado.

“Nós não tínhamos como prever como o trem seria caindo do penhasco. Por exemplo, quando o trem cai com câmeras presas ao seu redor, a rotação das rodas criou um estranho comportamento da câmera, que, se tivéssemos feito em CGI, nós nunca teriamos feito essa descoberta”, pontuou.

“Quando o trem estava caindo com todos os equipamentos se movendo do jeito que foi, tinha graxa no chão e os atores estavam envolvidos em algo que era tão imprevisível e caótico, que cria uma energia ali que não teria se você tivesse feito com CGI”, acrescentou.

Segundo McQuarrie, o problema do CGI, que pode ser útil de várias maneiras, é  justamente te dar exatamente o que você quer.

“O que a gente aprendeu com a ação ‘prática’, é que com frequência nós não temos o que queremos, nós temos o que a missão nos dá. Isso lhe dá algo real, caótico, que você não conseguiria de outra forma.”

“Eu e Tom estamos mais interessados em você [telespectador] tem a maior experiência emocionalmente imersiva possível. Nós queremos que você esteja o mais conectado com o protagonista possível”, disse.

Tom Cruise como Ethan Hunt em “Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1” / Divulgação/Paramout Pictures

“Missão: Impossível: Acerto de Contas Parte 1” passa por várias cidade e faz uma verdadeira volta ao mundo e, segundo o diretor, também é uma de gerar essa identificação com o telespectador.

“Filmando em tantos lugares, nós queríamos levar a audiência para lugares que eles talvez não consigam ir. Nós queremos transportá-los para outro país e celebrar outra cultura e, quem sabe, inspirar você a ir lá.”